Gustavo Stein, Chef Pizzaiolo da Grato Forneria
Antes da Grato existir como espaço, ela existiu como tentativa.
Tentativa de fazer uma pizza melhor.
Tentativa de entender a massa.
Tentativa de repetir um ponto que, às vezes, simplesmente não vinha.
Durante a pandemia, o forno era doméstico.
A bancada era emprestada.
E a pizza era feita para a família e amigos, sem pretensão comercial.
Gustavo Stein vinha de outra área.
Formado em Administração, com carreira na área financeira, mas sempre com a cozinha por perto — não como hobby rápido, mas como curiosidade insistente.
Testava.
Errava.
Ajustava.
Refazia.
Até que a massa deixou de ser comprada pronta e passou a ser feita do zero.
Um curso. Depois outro.
E muitos testes silenciosos.
A repetição virou método.
A massa como centro
Na Grato Forneria, a massa é o centro.
Feita com fermentação de longa duração, fora da geladeira, respeitando descanso e maturação.
As medidas são exatas.
Mas o ponto nunca é forçado.
A massa ensina.
Nem sempre está pronta quando se quer.
Mas sempre responde quando é escutada.
Para Gustavo Stein, fazer pizza não é montar ingredientes.
É respeitar processo.
O forno e a prática diária
O forno não é cenário.
É decisão.
É ali que o tempo define o ritmo da casa.
Hoje, como chef pizzaiolo da Grato Forneria em São José do Rio Pardo, Gustavo mantém o mesmo princípio das primeiras fornadas: presença.
Presença na bancada.
Presença na escolha dos ingredientes.
Presença na escuta da massa.
Não é sobre volume.
É sobre repetição atenta.
A Seleção do Chef
Todos os meses, Gustavo Stein escolhe três sabores que representam o momento da casa.
Não é promoção.
É curadoria.
A Seleção do Chef nasce do movimento do salão, das conversas, das combinações que dialogam entre si.
Força.
Delicadeza.
Presença.
Cada mês carrega um gesto diferente.
O forno também atravessa portas
Antes da Grato ter endereço fixo,
o forno já atravessava casas.
As primeiras pizzas não eram para salão.
Eram para mesa posta na sala de alguém.
O cuidado era o mesmo.
A massa já era viva.
O tempo já era respeitado.
Hoje, além do espaço da Grato,
Gustavo Stein também leva o forno
para dentro de outras casas.
Eventos pessoais ou corporativos,
pensados como encontro —
não como pacote.
O chef está presente.
A massa é aberta à mão.
O ritmo continua sendo do forno.
Onde tem encontro,
a Grato pode estar.
Do Forno
Histórias, ideias e caminhos
para quem está pensando em reunir pessoas.




