Gustavo Stein2026-03-20T19:06:03-03:00

Gustavo Stein, Chef Pizzaiolo da Grato Forneria

Antes da Grato existir como espaço, ela existiu como tentativa.

Tentativa de fazer uma pizza melhor.
Tentativa de entender a massa.
Tentativa de repetir um ponto que, às vezes, simplesmente não vinha.

Durante a pandemia, o forno era doméstico.
A bancada era emprestada.
E a pizza era feita para a família e amigos, sem pretensão comercial.

Gustavo Stein vinha de outra área.
Formado em Administração, com carreira na área financeira, mas sempre com a cozinha por perto — não como hobby rápido, mas como curiosidade insistente.

Testava.
Errava.
Ajustava.
Refazia.

Até que a massa deixou de ser comprada pronta e passou a ser feita do zero.

Um curso. Depois outro.
E muitos testes silenciosos.

A repetição virou método.

A massa como centro

Na Grato Forneria, a massa é o centro.

Feita com fermentação de longa duração, fora da geladeira, respeitando descanso e maturação.

As medidas são exatas.
Mas o ponto nunca é forçado.

A massa ensina.
Nem sempre está pronta quando se quer.
Mas sempre responde quando é escutada.

Para Gustavo Stein, fazer pizza não é montar ingredientes.
É respeitar processo.

O forno e a prática diária

O forno não é cenário.
É decisão.

É ali que o tempo define o ritmo da casa.

Hoje, como chef pizzaiolo da Grato Forneria em São José do Rio Pardo, Gustavo mantém o mesmo princípio das primeiras fornadas: presença.

Presença na bancada.
Presença na escolha dos ingredientes.
Presença na escuta da massa.

Não é sobre volume.
É sobre repetição atenta.

A Seleção do Chef

Todos os meses, Gustavo Stein escolhe três sabores que representam o momento da casa.

Não é promoção.
É curadoria.

A Seleção do Chef nasce do movimento do salão, das conversas, das combinações que dialogam entre si.

Força.
Delicadeza.
Presença.

Cada mês carrega um gesto diferente.

O forno também atravessa portas

Antes da Grato ter endereço fixo,
o forno já atravessava casas.

As primeiras pizzas não eram para salão.
Eram para mesa posta na sala de alguém.

O cuidado era o mesmo.
A massa já era viva.
O tempo já era respeitado.

Hoje, além do espaço da Grato,
Gustavo Stein também leva o forno
para dentro de outras casas.

Eventos pessoais ou corporativos,
pensados como encontro —
não como pacote.

O chef está presente.
A massa é aberta à mão.
O ritmo continua sendo do forno.

Onde tem encontro,
a Grato pode estar.

Do Forno

Histórias, ideias e caminhos
para quem está pensando em reunir pessoas.

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