O forno é o coração da Grato.
Mas não é só pelo calor.

É em volta dele que as coisas acontecem:
a espera, o cheiro, o silêncio bom antes da primeira mordida.

A pizza entra como quem sabe o lugar que ocupa.
Ela sustenta o encontro, mas não rouba a cena. A conversa segue, o copo enche, o tempo desacelera.

Presença, aqui, não é conceito bonito.
É estar inteiro no que se faz — abrir uma massa, servir uma mesa, ouvir quem chega.

A Grato existe para isso:
para criar um espaço onde o encontro acontece sem pressa.