Os eventos na Grato não seguem um modelo fechado.
Eles começam pela escuta.

A gente recebe encontros pequenos, celebrações íntimas, eventos corporativos que pedem outra atmosfera — mais próxima, mais humana. O forno continua sendo o centro, mas a experiência se molda ao momento.

Alguns eventos acontecem no nosso espaço.
Outros, fora dele: na casa de alguém, em um jardim, em um lugar que pede presença e comida feita na hora.

O que todos têm em comum é o ritmo.
Nada aqui é feito em linha de produção. Cada fornada é pensada para aquele encontro específico.

Se fizer sentido para os dois lados, a gente constrói juntos.
Com tempo, com conversa e com o forno aceso.